Depois de chorar a noite de dor no pé, a manhã me trouxe um Jack Johnson no caminho e na redação um chefe doido que deixou no Bob Marley. Obrigada, de verdade!
Depois de chorar a noite de dor no pé, a manhã me trouxe um Jack Johnson no caminho e na redação um chefe doido que deixou no Bob Marley. Obrigada, de verdade!
Uma auto análise em um trabalho universitário. É isso que tenho que fazer agora. Tão louco falar de mim mesma em 3ª pessoa. Me criticar, contar meus medos , raivas, paranóias de jornalista. Mas achei interessante o texto que nos analisa como ratinhos de laboratório. Acredito que outras profissões se identifiquem também.
O texto fala assim: Jornalistas sonham que estão segurando o mundo e que não podem deixar cair. Com isso se tornam escravinhos por viverem pela profissão. Pessoas que não têm vida social. E que são manipuladas pelas políticas editoriais.
Pude ver toda minha paranóia do começo do estágio. Só consegui agilidade no trampo depois de mandar um foda-se a ele. Se pensar muito numa coisa parece que ela não anda. Preciso equilibrar todos os círculos desse cotidiano maluco!
Adoro essa profissão bizarra. Mas ela não é a minha vida. Quero mais que isso, e acredito que posso ter sim. Acho que é mais saudável assim…
Se eu conseguir me organizar acho que consigo,
Se pá o segredo é se organizar e fazer o que gosta neh ?